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Gestão por competências e gestão do conhecimento: a base do sucesso PDF Imprimir E-mail

Por Joel Solon Farias de Azevedo

Já foi o tempo em que as organizações geriam as pessoas como ativos contábeis, isto é, apenas em termos quantitativos.

A nova realidade de mercado exige reações rápidas e acertadas às mudanças cada vez mais profundas e mais freqüentes. Neste mundo globalizado no qual os recursos materiais, financeiros e tecnológicos estão disponíveis a todos, somente o conhecimento das pessoas que fazem parte da organização é capaz de fazer a diferença.

Assim, a gestão por competências apoiada na gestão do conhecimento revela-se como a única solução do nosso tempo para a distinção das organizações.

Sim, mas como fazer?

 

Simples, utilizando politicas de gestão de pessoas alinhadas às estratégias. Tais politicas devem ser capazes de promover o desenvolvimento das pessoas assegurando justiça no reconhecimento, na promoção, na sucessão, e principalmente na remuneração e nos benefícios, que devem ser variáveis e proporcionais aos resultados entregues por cada colaborador.

Estas são as condições para a retenção dos talentos, as pessoas que garantem a sustentabilidade dos resultados positivos e da organização no tempo.

Mas isto é suficiente?

Sim, se os conhecimentos e as competências a serem valorizados, estimulados e desenvolvidos estiverem totalmente alinhados à estratégia de longo prazo da organização. Isto garante a entrega e a criação de valor para os clientes internos e externos.

Para isto, competências ascendentes e inovadoras devem ser valorizadas; competências atuais devem ser potencializadas, e competências declinantes descontinuadas. É um processo constante e dinâmico de gestão da mudança, baseado nas competências.

E para definir a gestão de pessoas no nosso tempo, nada melhor do que o Balanced Scorecard de Kaplan e Norton, quando se referem à prontidão estratégica dos ativos intangíveis: especialmente as pessoas e o seu conhecimento são os únicos fatores realmente determinantes para a distinção de uma organização em relação às demais.

 

Fonte: www.cnj.jus.br