Menu Principal


Comunicação Organizacional – Parte I PDF Imprimir E-mail

Por Luanna Matieli

Há alguns anos a comunicação organizacional vem conquistando espaço dentro das organizações brasileiras, devido à relevância das atividades que permitem a interação com os seus diversos públicos. Desde o seu surgimento, a comunicação organizacional passou por constantes transformações, juntamente com as mudanças do mercado mundial. Pode-se afirmar que, no Brasil, a abertura política e democrática, bem como os avanços tecnológicos, propiciou à comunicação um papel estratégico dentro das organizações.

A comunicação organizacional está presente no processo de funcionamento da organização, relativo ao relacionamento entre a empresa e seus diversos públicos: clientes, fornecedores, comunidade, imprensa, órgãos públicos, funcionários, entre outros. Nesse contexto, a Comunicação Interna está diretamente ligada à preocupação por parte dos gestores, em identificar os reais interesses de seus públicos, assim como suas peculiaridades comunicativas, fomentando a multiplicação dos canais comunicação, de forma a torná-la mais veloz, compartilhada e interativa.

 

 Atualmente, a comunicação com o público interno tornou-se um diferencial competitivo no contexto corporativo. Isso é externado com clareza em algumas pesquisas, como a da Revista Exame – As 150 Melhores Empresas Para Você Trabalhar (Edição Setembro 2010), onde a comunicação interna é um quesito relevante na avaliação dos funcionários das empresas pesquisadas. Entretanto, apesar dos avanços, a comunicação interna ainda não é explorada em sua plenitude. Muitas empresas tratam a comunicação no estágio informativo, através do gerenciamento dos canais de informação com os funcionários, empregando todos os meios de comunicações disponíveis na organização. Mas, vale lembrar que, informar apenas não significa comunicar, tendo em vista que para termos uma comunicação eficaz, não podemos trabalhar de forma pontual e isolada, ela deve gerar feedback.

 

Fonte: www.cnj.jus.br