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Comunicação Organizacional – Parte II PDF Imprimir E-mail

Por Luanna Matieli

Para que haja esse feedback (Comunicação Organizacional – Parte I), os funcionários devem estar mobilizados com as metas da empresa, mediante três linhas de atuação da comunicação interna:

1) Envolvimento: comunicação para todos os funcionários sobre a empresa, a concorrência e o mercado em que atua, preparando-os para repassar as informações corretas para o público externo.

2) Motivação: participação de todos nas ações internas e no cumprimento das metas das equipes.

3) Comprometimento: valorização das relações interpessoais através da comunicação face a face.

Os funcionários querem se sentir parte dos negócios da empresa e, a falta de comunicação ou troca de informações, não permitem o comprometimento tão esperado pelos gestores (líderes). Presume-se então que, quanto maior for o envolvimento do funcionário com a empresa, maior será o seu comprometimento. Sendo assim, é imprescindível que o gestor compreenda todo o processo que rege a comunicação interna, no intuito de agregar valor não apenas em sua forma de gerir pessoas, como também em gerir informações, afim de que sua tomada de decisão seja eficaz e coerente com as estratégias traçadas pela corporação.

 

Em suma, para enfrentar as adversidades do atual cenário mundial, extremamente competitivo, é primordial que os líderes de toda estrutura organizacional se adéqüem aos novos conceitos de comunicação interna, respeitando as diferenças e trabalhando na equalização dos interesses entre empresa e funcionários, estimulando ainda o diálogo, a troca de informações e experiências, bem como a participação de todos os níveis, promovendo assim um dos valores essenciais da gestão contemporânea: a sinergia.

Como é sabido, a comunicação organizacional é a mola propulsora dos processos internos e externos de uma organização. Esta, por sua vez, deve ser corretamente manuseada, gerida e disseminada para que se resulte não apenas em dividendos satisfatórios, mas também num ambiente atraente para os funcionários, ao ponto de que se sintam satisfeitos e partes atuantes nos processos que regem a estrutura corporativa. Esse é o grande desafio das empresas.

Fonte: www.cnj.jus.br