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Comunicação Organizacional – Parte IV PDF Imprimir E-mail

Por Luanna Matieli

O avanço tecnológico propiciou o aprimoramento de todos os âmbitos da sociedade, inclusive no campo corporativo, através de conceitos, informações e idéias discutidas, compartilhadas e disseminadas, em prol do progresso (Bordenave, 2004, p.34). É com esse pensamento que os gestores devem galgar o sucesso de sua organização: compartilhar e propagar idéias que venham ao encontro das metas inicialmente estipuladas, de forma a gerar resultados satisfatórios e positivos, sem desalinhar a estrutura organizacional, bem como o negócio da empresa.

Neste contexto, a comunicação organizacional torna-se imprescindível para o bom andamento da corporação, na busca e no cumprimento do planejamento estratégico.

Comunicação empresarial é a comunicação existente entre a “organização” (empresas privadas, empresas públicas, instituições etc.) e os seus públicos de interesse: cliente interno ou funcionário da organização, fornecedores, distribuidores, clientes, prospects, mídia e a sociedade em geral (TAVARES, 2007, p.11).

 

Esta pesquisa teve como propósito analisar a importância de se utilizar estrategicamente as ferramentas de comunicação interna, no intuito de maximizar os resultados da organização.

Segundo Brum (1995, p.28), a comunicação interna é definida como “um conjunto de ações que tem como objetivo tornar comum entre funcionários de uma mesma empresa, objetivos, metas e resultados”. Esta visão tem tido um papel de suma importância no âmbito empresarial.

Desta forma, se faz necessário tratar a questão analiticamente, já que seus reflexos incidirão diretamente na produtividade dos recursos humanos (colaboradores) da organização.

De acordo com Tavares (2007, p. 12), até os anos 1970 “a comunicação era vista como despesa e não como investimento”. Poucas eram as empresas que detinham de departamentos específicos para as ações de comunicação. Ainda não era perceptível o valor agregado que a comunicação representava dentro da estrutura, tanto que as principais formas de comunicação interna eram as reuniões e os eventos de pequeno porte, dos quais primavam apenas pela propagação dos interesses da empresa. Não havia debates, discussões e resoluções compartilhadas.

A realidade hoje é diferente, haja vista que se constatou a importância que os clientes internos têm para uma organização. E com isso, os gestores passam a buscar cada vez mais a fidelização desses clientes, pois perceberam que dispunham de idéias, ações e atitudes de podiam gerar resultados significativos aos negócios.

 

Fonte: www.cnj.jus.br