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Precisa-se de empatia PDF Imprimir E-mail

Por Débora Martins

A maioria de nós já sabe que empatia é saber se colocar no lugar do outro. Entender como o outro indivíduo se sente e, dentro de limites, tentar ajudá-lo. Inclusive, requisito fundamental para quem lida diretamente com o público.

Vejamos a definição de empatia, um exemplo de uma situação prática.

 

 

 

Ex. Num dia de chuva você chega ensopado na recepção da empresa; uma recepcionista “simpática” diz: Nossa, que chuva! (ou seja, ela não ajuda em nada apenas comenta sobre as condições do tempo, não se importando com sua condição).

Agora, se a recepcionista agir com empatia ela irá dizer:

“Coloque aqui suas coisas.”(Ela guarda seus objetos enquanto você se recompõe) complementa dizendo:

“O toalete fica no final do corredor.” (Ela indica um local, no caso o toalete, para que você consiga amenizar sua situação).

Pessoas empáticas pensam sempre como gostariam de ser tratadas se estivessem nas mesmas condições do outro.

Parece bem simples, não é mesmo?

Entretanto, impraticável por muitos profissionais atualmente.

A empatia está ligada ao altruísmo, gestos simples que podem contribuir para a construção de relações harmoniosas.

Certamente podemos desenvolver esta condição de empatia e usufruir de seus benefícios, principalmente sob a forma de respeito e consideração.

Pois é, mas no dia-a-dia as pessoas têm a bendita mania de esperar algo em troca, e é aí que o “leite azeda”, ou seja, se esquecem de se colocar no lugar do outro. Mas não funciona assim, é uma atitude que requer desprendimento.

A recompensa é a sensação de bem estar, que já vale muito a pena.

 

Fonte: www.cnj.jus.br