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STJ elogia qualidade da digitalização efetuada pelo TJRS PDF Imprimir E-mail

O trabalho realizado pela equipe do TJRS responsável pela digitalização de Recursos Especiais Admitidos recebeu o reconhecimento da Seção de Validação/Indexação da Coordenadoria de Registro de Processos Recursais do Superior Tribunal de Justiça pela qualidade do serviço prestado e baixa incidência de erros. Em 5.300 processos enviados ao STJ até 13/1, o percentual de falhas nas etapas de validação e indexação foi de 0,24%.

A Seção de Validação/Indexação da Coordenadoria de Registro de Processos Recursais do STJ considerou como muito bom o nível de qualidade dos trabalhos realizados pela equipe. O percentual de falhas é muito baixo. Isso é um bom indicador do trabalho de qualidade que está sendo feito. Outro fator positivo é o interesse da equipe em aprimorar, afirma o Chefe da Seção Ricardo Amaral por e-mail enviado à Coordenação da equipe.

Para o Juiz de Direito Léo Pietrowski, Assessor da 3ª Vice-Presidência do TJ, o reconhecimento representa o compromisso cumprido pela Administração perante o Superior Tribunal de Justiça na execução da tarefa de digitalização. Isto, por conta do máximo empenho e dedicação dos funcionários.

 

A Coordenadora de Validação e Indexação dos Recursos Especiais Admitidos do TJRS, Fabiana Tavares Costa, se diz orgulhosa pelo reconhecimento e feliz pelo resultado alcançado.

Ela destacou também as dificuldades enfrentadas para alcançar a qualidade nos serviços, como a necessidade de criar as próprias rotinas e referenciais de trabalho e de se adaptar aos 36 deficientes auditivos que compõem a equipe por meio de um convênio firmado com a Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (FENEIS). Para integrá-los, foi necessário realizar um treinamento em libras. É um trabalho gratificante. Trabalhar com a equipe é muito bom e recebemos o respaldo do Tribunal, concluiu.

Etapas da digitalização

Recebido o recurso, procede-se ao cadastramento no sistema do STJ. Após, o processo é desmontado e todas as páginas são digitalizadas. Em seguida, é feita a validação que consiste em comparar o documento original ao digitalizado. E ao final do procedimento, procede-se a indexação.

O trabalho da equipe formada por cinco servidores, dois intérpretes, 36 deficientes auditivos e 10 estagiários é realizado nas dependências do Arquivo Judicial Centralizado (Av. Farrapos, 3.999).

Digitalização de Recursos Especiais Admitidos

O Tribunal de Justiça gaúcho iniciou a remessa de Recursos Especiais já admitidos a Brasília de forma digitalizada em 21/6/2010, por meio de Termo de Cooperação Técnica firmado entre o STJ e o TJRS. Até o momento, já foram enviados 7.132 recursos através da Rede do Poder Judiciário. O procedimento seguro reduz de oito meses para 48 horas o tempo transcorrido entre a remessa e a distribuição na Corte Superior.

Antes, os processos eram remetidos fisicamente ao STJ, onde seriam digitalizados e, posteriormente, devolvidos a Porto Alegre para aguardar a decisão.

Agravos de recursos especiais não admitidos devem ser digitalizados a partir de março

Em razão da modificação do procedimento de agravo de instrumento, que passou a ser feito nos autos do recurso de acordo com a determinação da Lei 12.322/2010, os agravos interpostos contra a inadmissão do recurso especial também deverão ser digitalizados.

Frente ao aumento da demanda, o Tribunal de Justiça deve ampliar o Termo de Cooperação firmado com a FENEIS, que viabiliza a integração de deficientes auditivos ao trabalho. A equipe deve ser fechada em 102 pessoas e o tamanho das instalações ocupadas pelo setor passará dos atuais 120 metros quadrados para 590 metros quadrados, através da mudança do setor localizado no Arquivo Judicial Centralizado para o Foro Regional do 4º Distrito.

 

Fonte: www.tjrs.jus.br