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Serviço qualificado: TJ-RJ inaugura Núcleo de Autuação no Fórum Central PDF Imprimir E-mail

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, e o corregedor-geral da Justiça, desembargador Antonio José Azevedo Pinto, inauguraram nesta quinta-feira (10/2), o Núcleo de Autuação no Fórum Central do estado, que será responsável pela autuação dos processos de todas as Varas Cíveis e de Fazenda Pública da comarca.

O objetivo do Núcleo é desafogar o trabalho das serventias judiciais. Junto com o Departamento de Distribuição, no núcleo serão recebidas as petições iniciais e autuadas com numeração e certificação das custas judiciais. Em seguida, os processos serão encaminhados às varas, diminuindo o tempo entre a distribuição e a apreciação pelo juiz.



O Núcleo de Autuação no Fórum Central do Rio de Janeiro localiza-se no 2º andar, na sala 212A, no corredor D.

Segundo o corregedor-geral da Justiça, o foco da nova administração é a qualificação das serventias de primeiro grau e "esta é a primeira de uma série de inaugurações que serão realizadas pela Corregedoria neste início da nova gestão a fim de aperfeiçoar a prestação jurisdicional".

O presidente do TJ-RJ disse que o núcleo trará maior celeridade à tramitação processual, mantendo o tribunal como o mais rápido do país. "Estamos servindo de modelo para outros tribunais e iniciativas como esta ajudam a tornar mais ágil o andamento dos processos", declarou.

Dentre outras autoridades presentes, estavam na solenidade o 1º e o 2º vice-presidentes do TJ-RJ, os desembargadores Nametala Machado Jorge e Nascimento Antonio Póvoas Vaz, respectivamente; o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), desembargador Antonio Siqueira; e os juízes auxiliares da Corregedoria Adriana Lopes Moutinho, Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, Cristiane Cantisano Martins, Maria Helena Pinto Machado Martins, Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes e Valéria Pachá Bichara. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça.

 

 

Fonte: www.conjur.com.br