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“Juiz tem que ser magistrado e não majestade”, afirma corregedor nacional PDF Imprimir E-mail

O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, destacou, nesta terça-feira (23/3), em Lisboa, Portugal, a importância da advocacia para o funcionamento eficaz e transparente do Poder Judiciário.
“O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está mudando o Poder Judiciário no Brasil e a advocacia é parte dessa mudança”, afirmou o corregedor nacional durante o I Congresso Internacional dos Advogados de Língua Portuguesa (CIALP). O ministro participou do congresso à convite do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, que também fez palestra no encontro.

Ao fazer palestra no painel “O advogado perante o Poder Judiciário”, Dipp ressaltou o papel do Quinto Constitucional da Advocacia no Brasil e a participação dos advogados no CNJ. Em sua palestra, o ministro chamou atenção para os avanços do processo eletrônico, que contribui para dar maior agilidade ao Poder Judiciário, além de facilitar o trabalho dos advogados. Na ocasião, o ministro lembrou ainda que “juiz tem que ser magistrado e não majestade”.

O evento foi organizado pela União dos Advogados de Língua Portuguesa (UALP) e reuniu representantes dos oito países lusófonos (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste), além da região administrativa de Macau. Cerca de 600 advogados de todos esses países participaram do Congresso que terminou nesta quarta-feira (24/3), no Centro de Congressos de Lisboa.

Além disso, outras 60 autoridades entre as quais quatro ministros da justiça, dois presidentes do Supremo Tribunal da Justiça, Procuradores Gerais da República, além de representantes de vários chefes de Estado, foram convidados a participar do evento. Durante três dias, os participantes debateram questões relacionadas aos desafios da advocacia de língua portuguesa no mundo sem fronteiras.

 

Fonte: www.cnj.jus.br